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Nascer rico ou pobre: impulso para o sucesso ou fator de estagnação?

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INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE GOIÁS
Tema:
Nascer pobre ou rico: impulso para o sucesso ou fator de estagnação?


Textos motivadores

Filhos de pais pobres e filhos de pais ricos têm as mesmas oportunidades?

Seria hipocrisia dizer que filhos de pais pobres têm as mesmas oportunidades de filhos de pais ricos: é claro que não têm. Quem tem pais ricos pode estudar o que quiser sem se preocupar com mensalidade, entre outras coisas. Porém, ser filho de pais pobres não pode ser motivo para se sentir um derrotado e não fazer nada, cada um tem que se esforçar e correr atrás e não ficar se lamentando e colocando a culpa de sua falta de oportunidades nos pais e na falta de dinheiro.Tenho uma faculdade e um curso técnico que fiz de graça, estudei e consegui. Agora tem gente que quer as coisas fáceis. O fato é: se você não nasceu em berço de ouro, não pode ficar esperando ajuda não, tem que se esforçar.

Disponível em: . Acesso em: 20 mai. 2012.

Do zero ao topo do ranking

A história dos cinco jovens que venceram a miséria, entraram na universidade e
estão hoje entre os melhores alunos do País


A gaúcha Theilis Pereira, 25 anos, chamou atenção em sua estreia na universidade. Enquanto os colegas carregavam livros e mochilas, a jovem trazia nas costas um colchonete. Sua única chance de seguir com os estudos seria morar no campus. Theilis ouviu de um funcionário que o alojamento estava lotado e, até que surgisse uma vaga, passou um mês acampada em uma sala de aula vazia. Filha de um mestre-de-obras e de uma empregada doméstica, ambos semi-analfabetos, Theilis concluiu, com louvor, no ano passado o curso de arquivologia na Universidade Federal de Santa Maria, a 100 quilômetros de Caçapava do Sul, sua cidade natal. De acordo com o novo Enade, prova aplicada aos universitários pelo Ministério da Educação (MEC), a jovem gaúcha é uma das melhores estudantes do País e aparece em primeiro lugar em sua área: tirou nota 8,3 – num exame cuja média geral não ultrapassou 4,5. Dos vinte campeões no ranking oficial, outros quatro, além de Theilis, surpreendem por contrariar uma velha lógica: enquanto a maioria dos bons universitários vem de famílias mais escolarizadas e de renda mais alta, esses estudantes se destacaram em meio à escassez absoluta.
Antes de chegarem em primeiro lugar na prova do MEC, os cinco campeões mais pobres venceram uma peneira ainda pior. Todo ano, dos 2 milhões de estudantes egressos de escolas públicas, como eles, apenas 100. 000 chegam à universidade. Isso mesmo: 1,9 milhão, ou 95% dos jovens brasileiros, ficam longe das salas de aula por volta dos 18 anos. Theilis e o restante do grupo abriram mão de programas noturnos e vararam madrugadas sobre os livros (muitas vezes com uma lanterna na mão para não incomodar os irmãos) na tentativa de superar a má formação escolar – e passar no vestibular. A desvantagem dos campeões não era pequena: com base em dados do MEC, sabe-se que alunos de escola pública registram, em média, atraso de quatro anos nas matérias. Foi essa lacuna que eles venceram, em primeiro lugar. Depreende-se ainda um segundo fato em comum ao grupo: apesar de virem de famílias cujos pais não têm estudo e vivem com dois salários mínimos por mês, esses estudantes receberam toda espécie de incentivo para não desistir da escola nem da universidade. "A vida inteira foi assim: o trocado que sobrava no bolso ia para a compra de livros e jornais", conta o aposentado Antônio Santos, pai de três filhos que chegaram à universidade. Um deles,Alessandro, surgiu na lista do MEC como o melhor do País em relações públicas, notícia que fez Antônio encher-se de emoção – e vaidade. "Tenho dificuldade em ler, mas sempre soube que investir em estudo era o certo na vida."
Nos últimos quatro anos, Antônio, que ganha 500 reais por mês, rachou com o filho as mensalidades da faculdade,enquanto a irmã mais velha lhe financiou as passagens de ônibus. Até tomar a decisão de ingressar numa instituição particular, a Cásper Líbero, o jovem Alessandro, morador de Taboão da Serra, cidade na periferia da capital paulista, havia amargado dois fracassos no vestibular da universidade de São paulo (USP). É o que ocorre com 96% dos jovens de estratos de renda mais baixos quando tentam entrar na USP. A maioria desiste do sonho universitário. Alessandro, por sua vez empregou-se como caixa de supermercado na rede Wal-Mart para bancar os estudos numa faculdade particular. "Varro o chão, empacoto a comida e, quando dá tempo, leio João Cabral de Melo Neto. " Sua rotina, semelhante à dos estudantes mais pobres que sobressaíram no ranking oficial, de novo enfatiza a ideia de que o esforço pode, sim, neutralizar um ponto de partida ruim nos estudos. com olheiras, mas animado começou a colher os resultados. Na semana passada, foi avisado de que receberá uma promoção no supermercado, com chance de atuar, afinal, na área em que se graduou.

Redação

Dificuldades, combustível para o sucesso


-Não é novidade para ninguém que a falta de dinheiro é a maior dificuldade para o jovem brasileiro que busca ingressar no ensino superior. porém isso não significa que ele não possa vencer na vida através dos estudos.

-Além da falta de dinheiro, o estudante de baixa renda enfrenta outro grande problema: a falta de preparo para concorrer a vagas em instituições publicas, que oferecem educação de qualidade e gratuita. Esse despreparo ocorre por conta da educação básica publica deficiente, com escolas sucateadas e principalmente professores mal formados e insatisfeitos com suas condições de trabalho e seus salários. Quem leva vantagem sessa concorrência são os ricos que têm acesso a boa educação e ainda podem pagar cursos preparatórios.

-Mas em muitos casos essas adversidades parecem servir de combustível para quem busca suceder na vida por meio dos estudos. Aqueles que assim pensam não medem esforços para correr atrás de seus sonhos, viram noites se preparando sozinhas para os vestibulares, vão morar longe da familia, enfim, fazem todos esforços necessários. sonhando com um futuro melhor.

-Existem também vários programas do governo que podem ajudar a quem pretende entrar na faculdade. Entre eles o PROUNI, que, oferece bolsas de até 100% em faculdades particulares. Pode-se contar ainda com o sistema de cotas para estudantes oriundos de escolas publicas usado para garantir o ingresso de estudantes de baixa renda em instituições de ensino publicas.

-Desse modo podemos ver que, a posição social não define se o individuo irá ou não vencer na vida.
Mas sim, a força de vontade. No entanto o cidadão não deve estar sozinho nessa. É necessário que o governo invista mais em educação, principalmente na educação básica e use o grande poder da mídia para estimular o povo a buscar o conhecimento.






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